Itaipava avança na mobilidade urbana com aprovação de obra na Rua Joaquim Agante Moço
A mobilidade urbana de Itaipava ganhou um impulso importante com a aprovação do projeto de pavimentação e alargamento da Rua Joaquim Agante Moço pelo Ministério das Cidades. A obra, orçada em R$ 3,8 milhões de recursos federais, promete reorganizar o tráfego no movimentado centro comercial do distrito e melhorar a infraestrutura viária da região. A liberação do investimento, intermediada pela Caixa Econômica Federal, depende agora da entrega do projeto executivo pela Prefeitura de Petrópolis.
A intervenção é considerada uma prioridade pela UNITA (Unidos por Itaipava), associação que atua para viabilizar melhorias na infraestrutura local. Localizada nos fundos do Parque de Exposições, a Rua Joaquim Agante Moço é vista como uma via estratégica para aliviar o trânsito intenso do distrito, principalmente nos horários de pico. A obra chegou a ser iniciada em abril de 2024, mas foi interrompida em novembro do mesmo ano, sem justificativa oficial.
A aprovação federal só foi possível graças à articulação conjunta da UNITA com o deputado federal Hugo Leal, que também colaboram em outros projetos voltados para a mobilidade de Itaipava. Entre as propostas estão:
- Reformulação do Trevo de Bonsucesso;
- Construção de uma ponte sobre o Rio Piabanha;
- Nova ligação entre a BR-040 e a BR-495, na altura do Bramil;
- Entrada alternativa pela Estrada do Catobira, desenvolvida em parceria com a NovAmosanta.
Segundo Alexandre Plantz, presidente da UNITA, os projetos têm como objetivo oferecer soluções de longo prazo para o trânsito caótico do distrito, considerando a nova concessão da rodovia Rio-Juiz de Fora:
“Queremos intervenções maduras, que respeitem a identidade de Itaipava e evitem desapropriações desnecessárias”, destacou.
Com a aprovação do projeto, a expectativa de moradores e comerciantes é que a Prefeitura agilize a execução da obra. A pavimentação, inicialmente prevista para ser concluída em 120 dias, foi paralisada, gerando frustração na comunidade. A retomada é vista como essencial para desafogar o tráfego, melhorar a mobilidade e consolidar Itaipava como um polo de crescimento ordenado e sustentável.

