Petrópolis reúne mais de 350 inscritos no Festival Paralímpico Loterias Caixa
Petrópolis terá, neste sábado, a terceira edição do Festival Paralímpico Loterias Caixa 2026, que já registra mais de 350 inscritos, o maior número de participantes desde o início da iniciativa no município. O evento começa às 9h, na sede do 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, e reunirá crianças e adolescentes com e sem deficiência em uma manhã dedicada ao esporte, à inclusão e à convivência.
A programação contará com atividades de vôlei sentado, bocha, atletismo, karatê e recreação. Participam estudantes da rede municipal de ensino e integrantes de instituições como a Pestalozzi e o Projeto Andorinhas.
As atividades terão caráter recreativo e foram planejadas para permitir que os participantes conheçam diferentes modalidades, experimentem movimentos e compartilhem experiências por meio de brincadeiras e práticas esportivas.
Evento busca ampliar inclusão pelo esporte
Para o prefeito Hingo Hammes, a realização do festival contribui para ampliar o acesso às atividades esportivas e fortalecer a convivência entre crianças e adolescentes.
“Ao apoiar o Festival, ajudamos a ampliar o acesso a prática esportiva, aproximar as famílias e fortalecer a convivência. Queremos que os estudantes tenham a experiência de conviver com as diferenças e descobrir o que conseguem fazer juntos”, afirmou.
Petrópolis participa do Festival Paralímpico desde 2021. A iniciativa é promovida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com patrocínio da Caixa e das Loterias Caixa.
Além de proporcionar experiências esportivas, o festival também é apontado como uma oportunidade de aprendizado para os profissionais da educação. A secretária de Educação, Ana Carolina Kapler, destaca que a observação da participação dos alunos pode contribuir para o planejamento das atividades escolares.
“O professor aprende ao observar como cada aluno se envolve nas propostas, o que desperta seu interesse e em quais situações precisa de apoio. Essa atenção ajuda a pensar as aulas de Educação Física e a organizar atividades que considerem as necessidades da turma”, disse.
A programação busca, assim, utilizar o esporte como instrumento de inclusão, permitindo que estudantes com diferentes características compartilhem espaços, atividades e experiências.

