Procon Campos alerta consumidores sobre golpes e fraudes relacionados à Copa do Mundo 2026
Com a aproximação da Copa do Mundo Fifa 2026, cresce a procura por ingressos, camisas oficiais, televisores, pacotes de viagem, álbuns de figurinhas e outros produtos temáticos. Diante do aumento da demanda, o Procon Campos orienta os consumidores a redobrarem os cuidados para evitar golpes, fraudes e prejuízos, especialmente em compras realizadas pela internet e por redes sociais.
Segundo a diretora de atendimento do órgão, Danielle Monteiro, os principais problemas registrados envolvem atrasos na entrega, ofertas não cumpridas, produtos falsificados e páginas falsas de venda. O alerta vale principalmente para promoções com preços muito abaixo do mercado, situação comum em anúncios de ingressos, camisas oficiais, eletrônicos e itens colecionáveis ligados ao torneio.
O Procon recomenda que os consumidores realizem compras apenas em sites confiáveis, verificando informações como CNPJ, endereço físico e canais oficiais de atendimento. Em relação aos ingressos para os jogos, a orientação é que as negociações sejam feitas exclusivamente por plataformas autorizadas pela organização do evento, evitando redes sociais, grupos de mensagens e vendedores sem procedência conhecida.
O órgão também reforça que pagamentos via Pix para terceiros desconhecidos representam um dos maiores riscos de fraude atualmente. Para maior segurança, os consumidores devem guardar anúncios, comprovantes de pagamento, conversas e protocolos de atendimento, documentos importantes para eventuais reclamações ou pedidos de contestação bancária.
Nas compras realizadas com cartão, a recomendação é conferir atentamente os valores antes da digitação da senha, não perder o cartão de vista durante o pagamento e manter notificações bancárias ativadas para monitorar movimentações suspeitas.
O Procon lembra ainda que o Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento em até sete dias após o recebimento do produto em compras realizadas pela internet. Em caso de problemas, os consumidores podem procurar o órgão para registrar reclamações e buscar orientação jurídica e administrativa.

