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Empresários do Rio participam do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026 em Brasília

Uma comitiva formada por cerca de 50 empresários do Rio de Janeiro marcou presença, nesta semana, no lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026, realizado no plenário do Congresso Nacional, em Brasília. A sessão solene foi presidida pelo deputado Sérgio Souza e teve como objetivo apresentar aos parlamentares as propostas prioritárias para o fortalecimento da indústria fluminense e do setor produtivo nacional.

A iniciativa é coordenada pela Confederação Nacional da Indústria em parceria com federações estaduais, como a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, consolidando projetos de lei em tramitação que podem impactar diretamente o ambiente de negócios no país.

O presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, destacou a tradição da entidade na construção da agenda e o avanço das ações nos últimos anos. Segundo ele, além da participação histórica na iniciativa nacional, a federação passou a estruturar também uma agenda própria com foco em projetos prioritários para o estado. A comitiva contou ainda com representantes de diferentes regiões, como o presidente da Firjan Serrana, Júlio Talon, e o vice Valter Zanacoli.

Para definir as pautas estratégicas, a federação realizou uma escuta ativa com empresários de todo o estado. Dos 551 projetos analisados pelos Conselhos Empresariais, 79 foram priorizados e 20 integraram a Agenda apresentada em Brasília. Entre os temas estão o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), a regulamentação da inteligência artificial, o reenquadramento do Simples, a Política Nacional de Economia Circular, a reforma administrativa e a modernização das regras de concessões e parcerias público-privadas.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, ressaltou que a Agenda Legislativa representa um esforço conjunto entre indústria, poder público e sociedade. Segundo ele, o documento reforça a necessidade de avançar em medidas que garantam segurança jurídica, sustentabilidade fiscal, inovação tecnológica e maior competitividade para a indústria brasileira.